Agridoce

Opinião com um gosto agridoce.

Posts Tagged ‘Leitura’

26 dias – A Mochila

Posted by Andrea Fu em 24/11/2014

mochila_17-1231220918Demorei pra falar da nossa personagem principal, aquela que nos caracteriza como viajantes jovens e aventureiros: a mochila.

Este post, para dizer bem a verdade, é mais um de tantos outros que colocam as dicas sobre mochilas para viagens. Então eu resolvi colocar alguns links e comentar sobre as dicas deles, lembrando que eu também estou pesquisando, junto com vocês. Leia o resto deste artigo »

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“Menas: o certo do errado, o errado do certo” no Museu da Língua Portuguesa

Posted by Andrea Fu em 28/06/2010

Exibir Museu da Língua Portuguesa

Estamos inclinados a pensar que só aqueles que são desprovidos de boa educação cometem erros na Língua Portuguesa. “Ah, vai ler um livro, pare de assassinar o português”. Recentemente, uma briga virtual entre Bruno Mazzeo – ator e comediante da Globo, além de filho do grande Chico Anísio – e os inúmeros fãs de Luan Santana – músico adolescente – gerou discussões diversas sobre a língua portuguesa. Quando a carta aberta de uma fã ao ator foi divulgada no blog, pouca coisa foi tão comentada quanto a redação e os erros de português. É nesta parte que, com convicção, a fã diz:

Ahh fala sério Bruno Mazzeo! Já que você se incomoda tanto com o português dos outros, porque você não paga um colégio particular, ou aulas particulares para elas? Tá pensando que todo mundo tem pai rico e famoso como o seu, pra bancar um professor particular de português? Vai sonhando!!!!

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Perco as horas com Frankenstein

Posted by Andrea Fu em 07/10/2009

frankenstein

Os livros sempre me trouxeram aquele momento de viagem e imaginação. Claro que pode parecer clichê, mas eles realmente nos levam a outro mundo, nossa mente transcende para os lugares mais diversos e imaginam as situações mais emocionantes como as alegrias de um final feliz ou o desespero de um herói machucado ou a tristeza da solidão e do sentimento de culpa de algum personagem. Acabei descobrindo este mundo quando criança e, mais ainda, mergulhei em muitos cenários e tentei passar este hábito para amigos, filhos de amigos e parentes.

Apesar do gosto pela leitura, há pouco comecei a ler os clássicos de terror que só via em filmes ou histórias genéricas, mas nunca tinha lido sua origem. Frankenstein, de Mary Shelley, foi a que mais me impressionou, pois o retrato que temos do monstro de Frankenstein não é o que o livro realmente mostra. Para quem não conhece, este livro foi escrito a fim de apresentar textos horripilantes para Lord Byron.

As imagens se formavam em minha cabeça e cada capítulo era uma surpresa. Não imaginava (e quem não leu, não imagina) que Frankenstein fez um monstro que não era tão monstro assim. O cientista se arrependia de ter criado o monstro e atribuía a si a culpa pela morte de seu irmão mais novo, acreditando que o monstro o tivera assassinado. O monstro, carente de esclarecimentos, resolveu contar toda a sua história, desde o dia que fugiu, passando pelas aflições passadas ao longo do tempo e chegando até seu criador. O que me prendia mais e mais ao texto era sua inteligência. Ele descrevia seu aprendizado com as palavras, as relações humanas, o medo das pessoas por ele e dele pelas pessoas, sua ansiedade de retribuir o que secretamente ganhava quando se escondia na casa de pessoas comuns, entre outras coisas.

Para mim, o monstro deixou de ser monstro e Frankenstein deixou de ser cientista louco. Desde que terminei o livro, percebi porque os clássicos são clássicos e porque é muito bom ler. Eu fui para outro cenário, imaginei monstros, heróis e angustias. O próximo será Drácula. Para os outros, boa leitura.

Este texto foi escrito para o site Catraca Livre como parte do concurso Catraca Livro, com tema “Que livro que você leu que o fez perder as horas? E porque?” que dará um vale compras da Livraria Cultura de R$50, como prêmio para os 05 melhores textos. Para mais informações sobre o concurso, entre em Catraca Livre.

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